A mesma lei estadual que determinou a criação do Arquivo Público Mineiro – APM, em 1895, estabeleceu também a criação de duas publicações para servirem de ferramentas de registro da história mineira: As Efemérides, publicadas em 1897 pela Imprensa Oficial e a Revista do Arquivo Público Mineiro – RAPM, que teve o seu primeiro volume em 1896. A revista circulou até 1913, ficando paralisada por 7 anos, voltou a circular em 1921, 1924, 1927 a 1933 e 1937. Após mais de 30 anos de paralisação, em 1975 voltou a ser editada até 1995.
Já em 1965, o APM deu início a uma série de publicações independentes da RAPM, com o objetivo de divulgar os documentos do seu acervo e contribuir para a elucidação de fatos relativos à história e à cultura mineira. Entre elas estão o caderno Escravidão em Minas Gerais, publicado em 1988, História da Música nas Irmandades de Vila Rica, em 1979 e João Pinheiro – Documentário sobre sua vida, em 1966.
Em 2005, após 10 anos de ausência, a RAPM voltou a ser editada, com novo projeto gráfico e considerável transformação editorial. Tais alterações foram necessárias para o alinhamento da revista aos padrões atuais de publicação acadêmico-científica.
O APM é responsável também por uma coleção de cadernos técnicos, da qual fazem parte o Plano de Classificação de Documentos e a Tabela de Temporalidade, além do Manual de Gestão de Documentos. Todos eles importantes ferramentas do programa de Gestão Documental do Governo do Estado de Minas Gerais, que foi implantado em 1996.
Com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura o APM lançou, em 2007, a coleção Tesouros do Arquivo. Com linha editorial inovadora, voltada à reedição de clássicos da historiografia mineira e à edição de conjuntos documentais pouco conhecidos, essa coleção consolida o comprometimento do APM com a manutenção de um programa regular de publicações que permite a divulgação do seu acervo para um público cada vez mais amplo.
Já em 1965, o APM deu início a uma série de publicações independentes da RAPM, com o objetivo de divulgar os documentos do seu acervo e contribuir para a elucidação de fatos relativos à história e à cultura mineira. Entre elas estão o caderno Escravidão em Minas Gerais, publicado em 1988, História da Música nas Irmandades de Vila Rica, em 1979 e João Pinheiro – Documentário sobre sua vida, em 1966.
Em 2005, após 10 anos de ausência, a RAPM voltou a ser editada, com novo projeto gráfico e considerável transformação editorial. Tais alterações foram necessárias para o alinhamento da revista aos padrões atuais de publicação acadêmico-científica.
O APM é responsável também por uma coleção de cadernos técnicos, da qual fazem parte o Plano de Classificação de Documentos e a Tabela de Temporalidade, além do Manual de Gestão de Documentos. Todos eles importantes ferramentas do programa de Gestão Documental do Governo do Estado de Minas Gerais, que foi implantado em 1996.
Com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura o APM lançou, em 2007, a coleção Tesouros do Arquivo. Com linha editorial inovadora, voltada à reedição de clássicos da historiografia mineira e à edição de conjuntos documentais pouco conhecidos, essa coleção consolida o comprometimento do APM com a manutenção de um programa regular de publicações que permite a divulgação do seu acervo para um público cada vez mais amplo.

